Publicação da Fundepar reúne dados dos dois primeiros ciclos de programa voltado ao desenvolvimento de negócios de impacto e aponta ganhos em modelagem dos negócios e estratégias de gestão
Já está disponível a segunda edição do Relatório de Impacto do programa Motirõ, um Programa de Desenvolvimento de Negócios de Impacto Socioambiental que oferece formação e aceleração de empresas, com atividades práticas para projetos ou indivíduos dispostos a contribuir para um futuro sustentável. Na avaliação dos participantes da última edição, 100% das empresas que passaram pela etapa de aceleração amadureceram em aspectos como grau de inovação, modelagem de negócio, definição de indicadores e métricas de gestão. Além disso, 85,5% dos entrevistados afirmaram estar mais capacitados para trabalhar gerando impacto socioambiental positivo, depois do Motirõ.
A publicação, digital e gratuita, apresenta os resultados consolidados dos dois primeiros ciclos realizados. Desde 2024, 31 empresas foram aceleradas, de segmentos como saúde, educação, tecnologias verdes, gestão de dados, gestão de resíduos, entre outros. Na formação, mais de 200 pessoas participaram das aulas.
“O Ecossistema de apoio ao desenvolvimento de novos negócios deve colocar o empreendedor no centro. É nesse sentido que iniciamos e aperfeiçoamos o Motirõ. A capacitação, seja por meio da formação ou da aceleração, fortalece e aprimora as habilidades para que os empreendedores possam seguir mais capazes em suas jornadas.” sintetiza Carlos Lopes, diretor executivo da Fundepar.
O Programa de Desenvolvimento de Negócios de Impacto Motirõ foi criado pela Fundepar, com apoio da Fundação de Apoio da UFMG (Fundep) e da Coordenadoria de Transferência e Inovação Tecnológica da universidade, juntamente com a própria Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e o Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-TEC).
Aprendizados acumulados
O segundo ciclo foi marcado por adequações ao modelo inicial que tiveram como base os feedbacks de quem participou da primeira edição. O número de sessões de Assessoria Individual da Aceleração de Empresas, por exemplo, foi intensificado, passando de 94 sessões (total de 66 horas) para 137 sessões (total de 103,5 horas). Além disso, a Trilha Motirõ – sequência metodológica de conteúdos – foi ajustada, com reforço nas atividades de Planejamento Financeiro e Comunicação.
As mudanças geraram transformações: 93,75% das empresas aceleradas no segundo ciclo, entregaram o Sumário Executivo, um documento que resume aspectos centrais do negócio e é ferramenta para captação de recursos. Na avaliação dos participantes, a elaboração do documento representou um avanço significativo na organização e formalização de suas estratégias, organizando informações essenciais.
O relatório completo, com o balanço das ações e os desafios da inovação em negócios de impacto dos próximos anos, está disponível para download em: fundepar.com.br.


